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Meditação: Tentar acalmar a minha ansiedade

Sou uma pessoa bastante ansiosa. Quando as coisas são realmente importantes para mim (mesmo, mesmo), consigo ser esta perfeccionista obcecada que está constantemente a tentar fazer a coisa certa, viver o momento perfeito, ter a relação ideal.

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Meditação: Tentar acalmar a minha ansiedade

Sou uma pessoa bastante ansiosa. Quando as coisas são realmente importantes para mim (mesmo, mesmo), consigo ser esta perfeccionista obcecada que está constantemente a tentar fazer a coisa certa, viver o momento perfeito, ter a relação ideal.

A idade é assim

A idade não me prende as pernas. A idade não me faz esquecer de que ainda gosto de me rir de mim própria e, sobretudo, comigo.

Faz falta um amor

Faz falta um amor. Um amor que altere a nossa vida. Um amor que faça a diferença. Um amor que nos marque, independentemente do tempo, mais do que qualquer outro.

Faz hoje um ano que deixei de comer carne

Há, precisamente, um ano decidi deixar de comer carne. Era dia 17 de abril. Era final da tarde, início da noite. E, nesse dia, vi o «Earthlings». Não sou das que vira a cara para o lado, ou que tapa os olhos, quando um filme ou um documentário inclui imagens fortes. Mas devo dizer que vi este documentário com as lágrimas nos olhos. E, nesse dia, deixei de comer carne.

Ouve, com calma, o teu coração

Um dia, apercebes-te de que algo mudou em ti. Já não te sentes tão feliz como te sentias antes. E não se trata de teres, ou não, uma vida boa — a tal vida que outros gostariam de ter. [...] Às vezes, é só isto: algo, em ti, ter mudado.

Respira fundo: a vida sabe o que faz

Apesar de tudo, de todos os altos e baixos que a vida tem, de todos os contratempos, de todas as aventuras, de todos os desafios, de todas as dificuldades, de todas as decisões que não sabemos se são as mais certas no momento em que as tomamos, quero acreditar que a vida nos traz aonde é suposto estarmos.

A paixão arrebatadora da Alice

Conheci a Alice há uns anos — a Alice que, por razões óbvias, tem outro nome na vida real. Entre tantas mensagens, que habitualmente recebo de quem me lê por aqui, houve um dia em que recebi uma da Alice. [...] A Alice sentia-se fora de si. Tinha todas as emoções ao rubro.

Quando perdemos alguém…

Aprendemos a viver com as lágrimas a quererem sair-nos do peito, mas sem conseguirem. Elas estão aqui dentro, algures. Nós sentimo-las. Porque nos dói. Mas não saem.