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Histórias de amor

Gosto de [re]contar histórias — histórias de coração a ferver e de emoções que parecem transbordar do peito. Algumas são feitas de personagens e contextos que imagino. Outras são histórias daqui e dali, vividas pela amiga, o vizinho, a avó, a leitora, o amigo e até por mim. Ficção ou realidade, todas têm algo em comum: levam dentro emoções de que todos, sem exceção, somos feitos — em algum momento da nossa vida. Gosto de [re]contar histórias que têm dentro um pouquinho de todos nós.

A idade é assim

A idade não me prende as pernas. A idade não me faz esquecer de que ainda gosto de me rir de mim própria e, sobretudo, comigo.

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Subscreve os meus emails para saberes quando um novo texto é publicado. Para eu saber de ti. Para trocarmos ideias. Para conversarmos mais informalmente.

 

Faz falta um amor

Faz falta um amor. Um amor que altere a nossa vida. Um amor que faça a diferença. Um amor que nos marque, independentemente do tempo, mais do que qualquer outro.

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Será para sempre amor

Quando o amor nos transborda do peito; quando o amor nos treme nas mãos; quando o amor faz de um mero instante uma quase eternidade, é a vida a dar-nos uma razão para ficarmos.

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Quero-te uma vida inteira

Sabes que te amo? [...] Que és a parte melhor de mim, que está fora do meu corpo, e aquela da qual verdadeiramente preciso para ser feliz?

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Ilustração do livro apeteces-me

Ao meu lado

Quero ao meu lado alguém que sinta que a vida começou connosco. A dele. A minha. Alguém que acredite que vamos ficar juntos para sempre, mesmo que o mais provável seja não ficarmos.

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Uma flor

Lembro-me de ter pensado que, de repente, tinha o coração maior do que o corpo e que lhe sentia os batimentos a latejar na minha garganta, como se todo eu estivesse prestes a explodir. Percebi, ali, do que era feito o amor à primeira vista que já via nos filmes...

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Até ao fim

Nunca te esqueças de uma coisa: a capacidade de brilhar não depende da idade. A capacidade de brilhar é intemporal. Não precisa de mais nada, nem de mais ninguém: só de ti. A capacidade de brilhar é uma consequência, única e exclusiva, da forma como lidas com a vida e...

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Saudade

De que tamanho é a saudade daquilo que vivemos, um dia, e que sabemos que não volta nunca mais? De que tamanho é o coração que tem a capacidade de a tolerar, durante anos, como se cada ano fosse somente mais um dia?

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Em bicos dos pés

São os pequenos momentos que contam. Os que surgem de improviso, sem aviso, porque sim. Aqueles que não se regulam por regras, por tempos, e que não têm sequer tempo para andarem preocupados com o que os outros pensam.

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